Eu não tô na Vogue

Se você, assim como eu, não se vê nas páginas das revistas de moda, seja bem vinda!

SoHo e Chelsea

Como disse no último post (sobre os brechós de Williamsburg), hoje vou dar algumas dicas de lojas que vendem roupas novas! Sim, porque eu sei que ainda existe muita gente que detesta brechós, no caso, eu vivo com duas delas por isso entendo bem quem não gosta. E é claro que super respeito essas pessoas, afinal, o que seria do amarelo se todos gostassem de azul, né?

Então, vamos lá! Eu tenho um certo pavor da 5a Avenida, que é onde estão localizadas muitas lojas bacanas, mas é tão cheia que, para mim, é insuportável. Sendo assim, a segunda opção para compras na lista: SoHo. Quase tão cheio quanto a 5a avenida, o SoHo me parece mais democrático, já que lá é possível encontrar de Forever 21 a Marc Jacobs, passando por algumas lojinhas de estilistas locais. Mas H&M e Zara todo mundo conhece, por isso eu vou falar de algumas lojas menos populares (pelo menos pra mim). 

A melhor descoberta da viagem foi, sem dúvida nenhuma, a Aritzia. Entrei lá sem expectativa nenhuma e logo que via primeira etiqueta de preço continuei circulando pela loja apenas porque era muito bonita, pois já vi que não era muito pro meu budget. Mas daí, no clima “experimentar não paga” eu me ferrei.

Muitos vestidos, camisas e blusas em seda com corte e caimento impecáveis. Combina isso com duas vendedoras fofas e atenciosas e você tem o saldo negativo do meu cartão de crédito. Brincadeira da parte do negativo, mas foi o meu maior gasto na viagem e, possivelmente, meu maior gasto em uma única compra feita com meu pobre dinheirinho (tá, pensando melhor, isso é mentira, mas deve estar entre as top 3). Maaas eu não comprei as coisas na hora! Deixei tudo “on hold” até o dia seguinte e passei um dia inteirinho pensando se deveria ou não compra-las. (O “on hold” e a possibilidade de devolver uma compra fazem dos EUA o lugar mais mágico do mundo para compradoras compulsivas em rehab como eu) Enfim, me convenci de que as peças valiam o investimento já que eram de excelente qualidade e voltei lá no dia seguinte sem culpa nenhuma! Com muito autocontrole para não pegar mais nada, saí de lá com um blazer, uma regata de seda e uma saia preta.

Resumo da ópera: Aritzia é parada obrigatória, pois tem MUITA coisa legal, com materiais bons e, se comparar com os preços do Brasil, ela nem fica tão cara assim.

Uma outra loja que eu não sabia que existia é a GAP 1969. Eu sou meio suspeita para falar da Gap pois adoro a marca, mas essa loja em especial é mais focada nos jeans, até tem algumas malhas e camisetas, mas o foco mesmo é calça! Me senti no paraíso, considerando que a Gap parece ser a única marca do mundo que te dá OPÇÕES de modelos de calças e não apenas as malditas skinny. Eu amo a coleção Long & Lean e adquiri duas peças: um jeans idêntico ao que eu tenho só que em um tamanho menor (yayyy!) e uma calça azul marinho PERFEITA (foto). Super recomendo a ida, pois os produtos da Gap são de ótima qualidade e, especialmente os jeans, duram bastante. Tenho uma calça que comprei em Paris em 2008 e ela ainda está perfeita (só que eu emagreci, e ela não).

 

Como não poderia faltar: sapatos! Comprei um loafer (que está sendo chamado de slipper pelas revistas brasileiras) na Steve Madden e um dockside (sim, eles voltarão com tudo na primavera) na David Z. A Steve Madden é ótima e parece praga em NY, tem loja em todo canto. O atendimento é terrível, mas os sapatos são beeeem legais e com um preço justo. Na Broadway tem duas lojas: a Steve Madden e a Steven by Steve Madden. Sinceramente, eu não sei qual a diferença das duas, mas a primeira é melhor. Já a David Z. é uma daquelas lojas que vende de tudo um pouco, de UGG boots a Dr Martens. Para os moços, uma variedade enorme de Vans! O meu dockside é da Minnetonka, uma marca que só faz sapatos cheio de franjas e com essa pegada étnica. 

Além disso, tem muito mais coisa na Broadway, na Mercer Street (paralela à Broadway), e nas adjacentes: Prince, Spring e Broome Street. Não deixe de entrar na Prada (Prince com Broadway) que é incrível. Ninguém nem olha na tua cara (na minha pelo menos, né), mas é ótimo porque você pode passear sem compromisso e admirar tanto as roupas e bolsas quanto a arquitetura, que é a verdadeira estrela dessa loja em especial.

 

(foto retirada desse flickr aqui)

Prontas para partir para o Chelsea?

Definitivamente meu bairro preferido em Manhattan. Elegante e feio ao mesmo tempo, Chelsea é conhecido como o “bairro gay”, ou seja, o que tem de homem bem vestido andando por ali não é brincadeira! Ali está a loja/escritório/casa da Diane Von Furstenberg, que fica em um prédio todo modernoso, o High Line, que é um parque que fica em cima de uma linha de trem desativada e o Chelsea Market. No Chelsea Market tem lojas diversas, uma Anthropologie bem grandona e um lugar que sempre tem “sample sale” (pelo que eu entendi é uma espécie de venda pop up, dura poucos dias e os produtos têm super descontos, mas cada vez que eu fui lá tinha uma marca diferente então não tem como dizer se é bom ou não, depende).

Mas não é só de lojas de roupa que o Market é feito! Alguns restaurantes, mercados de alimentos, uma papelaria cheia de tranqueiras interessantes e a parte mais legal: o artists and fleas. O a&f funciona regularmente em Williamsburg, mas está com essa versão pop up ali no Chelsea até o final de maio. Foi ali que eu encontrei essa designer de joias que me fez sonhar com suas peças durante semanas, a Marina Pecoraro. Comprei  só uma pulseira porque já estava no último dia de viagem e completamente falida mas bem que queria ter comprado tudo! As joias são super delicadas e charmosas e até as caveirinhas são um amor! Mas o melhor mesmo é que ela entrega no Brasil por apenas U$ 5. Deem uma olhada na página da etsy e na fanpage da moça, as coisas são baratas e valem o investimento.

 Espero que tenham gostado! Esses foram só alguns destaques, quem quiser mais dicas pode me perguntar pelos comentários ou pelo e-mail eunaotonavogue@gmail.com

;)


Vintage Williamsburg

Já estou de volta ao Brasil, mas ainda tenho muuuuito para contar da viagem. Portanto, nas próximas semanas o assunto ainda é New York, New York.

Não sei se cheguei a comentar em outro post, mas eu não fiquei hospedada em Manhattan por uma que$tão bá$ica: $$$. Procurei muito, mas não consegui encontrar nada que coubesse no meu budget. Como minha prima estava morando (e amando) no Brooklyn decidi dar uma procurada por ali, e acabei em um apê muito bem localizado em Williamsburg, o pedaço mais hypado da região. Estava super preocupada por estar muito longe de onde seria o meu curso, mas tinha 4 linhas de metrô por perto, o que facilitava muito meu acesso a Manhattan. No final das contas, acho que foi a melhor coisa que eu fiz! Adorei a região, que é cheia de bares, restaurantes, cafés fofura e… brechós!

Se você torceu o nariz, pode destorcer, pois os brechós de lá são beeem diferentes. Uma amiga do curso que é viciada em coisas vintage me arrastou para um dia de compras pelo bairro. A seguir, o nosso roteiro.

Vamos começar pelo astro da região: Beacon’s closet


Esse lugar é uma loucura! A loja de Williamsburg fica em um galpão enorme e é lotada de araras circulares, em que as peças são separadas por cor ou, em alguns casos, por tipo (como no caso das jaquetas de couro e calças). Os sapatos ficam em cima dessas araras (o que não facilitou muito a minha busca, devo admitir) e as bolsas, lenços e chapéus ficam em uma seção só deles. Devo ter ficado ao menos umas 2 horas lá e não vi nem metade das coisas. Mesmo assim, consegui arrematar algumas coisas bem bacanas. Comprei um peep toe cinza por U$17,50, uma malha de cashmere da theory. (que eu acho que ainda não é muito conhecida no Brasil, mas, trust me, é foda) por U$21,95 e o óculos tipo gatinho (que já apareceu aqui) por U$12,50. 

Não comprei mais coisas por aquele problema clássico de brechós: não tem opção de tamanho! Ou serve, ou não serve e ponto final. Mas devo admitir que até cogitei comprar algumas coisas para mandar ajustar (ou emagrecer) depois de tão incríveis que eram… 

Saindo de lá, seguimos para a Amarcord Vintage. 

A loja é isso aí da foto! Tem uma outra arara igual a essa do lado oposto e só! Foi até um alívio depois do excesso de informação que foi a Beacon’s. Mas, apesar de ter peças legais, aqui o problema do tamanho não me permitiu nem experimentar as coisas, era tudo minúsculo. A Amarcord é também um pouco mais cara, com peças de U$ 120, U$200, U$500… Por ter menos coisa é preciso dar mais sorte, mas vale a visita. Acabei comprando um broche dourado pela metade do preço, acho que foi U$8,75.

Para encerrar o dia fomos à Buffalo Exchange.

A Buffalo tem uma pegada diferente das anteriores, pois eles trabalham com “recycled fashion”. Oi?!

É assim, você comprou aquela blusa linda, mas nunca usou e não quer simplesmente doa-la, então você a leva até a Buffalo e eles ficam com ela. Daí você pode escolher, ou recebe uma porcentagem do valor que eles estipularam para a venda, ou desconto nas suas compras (tivemos algo inspirado nisso aqui em SP, mas, que eu sabia, não deu muito certo). Existem lojas pelos EUA inteiro, só dar uma olhada no site dos caras.

Como a loja já estava fechando tive que ser muito rápida. Comprei uma regata básica preta por U$12, uma blusa de seda da Ann Taylor por U$18 e esse cardigã da foto (ainda com etiqueta!):

 Gostei bastante da variedade de peças, mas tive dilemas existenciais gravíssimos por conta do barulho dos cabides de metal sendo arrastados nas araras, também de metal. Me perturbou num grau que eu só queria sair correndo dali! Hahaha…

Enfim, espero que tenham gostado e recomendo super uma ida ao Brooklyn para quem estiver de viagem marcada para NY. E, se você continua torcendo o nariz para os brechós, aguarde o próximo post, que será sobre as lojas bacanas do SoHo e de Chelsea.


Na vida real

Acabei de ver as fotos do inverno 2013 desfilado por Elie Saab em Paris algumas semanas atrás. Obviamente, o desfile foi espetacular (não sei como esse cara faz isso, impecável sempre), mas não pude deixar de notar algumas semelhanças com a realidade! Uma das coisas que eu mais amo em NY é o metrô. Não por causa de sua eficiência ou pelos ratinhos nos trilhos, mas sim pelas pessoas. Acredita que eu não consigo nem ler durante minhas viagens subterrâneas? Prefiro ficar observando essa gente incrível que habita essa cidade. Se pudesse, tiraria foto de muita gente, mas só tiro quando consigo fazer isso escondido, e eis que tirei duas fotos que me vieram à mente imediatamente ao ver o desfile de Elie Saab:

Olha a capa em uma versão mais curta e super brilhando no metrô!

Essa foto eu coloquei outro dia por aqui, mas não podia deixar de fazer essa comparação. A primeira é o cinto por cima do casaco (e de muitos vestidos de festa no desfile) que eu acho o máximo! Vi um cara (hétero) ontem com o cinto amarrando o casaco e achei mais incrível ainda. A outra coisa é o pelo, que na vida real está só na gola, mas já vi algumas vezes meninas com casacos inteiros de pelo, só que mais curtos, tipo esse:

Apesar de não ter nenhuma foto da vida real, preciso comentar sobre esse casaco aqui ó:

Já vi umas 4 pessoas essa semana com esse modelo de casaco, só que em cores vibrantes, tipo laranja, verde e azul. Fiquei impressionada pois eram todos idênticos, mas eu ainda não consegui descobrir qual a fast fashion responsável pela cópia. Se alguém souber, pode me contar! 


Sephora + Pantone

Tá pra nascer pessoa mais desnaturada que eu! Abandonei super o blog… e o facebook… Mas, poxa, tô de férias!!!!! Penso o tempo todo em mil coisas que quero contar por aqui, mas não sobra tempo. Essa é a última semana aqui (aliás, últimos dias já), então estou naquela correria de fazer tudo que (óbvio) deixei pra última hora!

O bom é que nessa lista estava ir à Sephora para comprar coisitas pra a little sister. E eis que vejo hoje, na loja do SoHo, essa coleção maravilhosa da Pantone! Como estou desconectada de todas as notícias do mundo nem sabia que ia rolar essa parceria, então foi uma surpresa linda, daquelas de te deixar sem ar por alguns segundos (ok, exagerei). Enfim, apesar do cansaço extremo de um ser humano que acordou às 8 da manhã para ir ver o ensaio da New York Philarmonic (isso sim me deixou sem ar por muuuuitos segundos), eu precisava compartilhar essa novidade! Por me encontrar em uma situação de pobreza-final-de-viagem não comprei nada, mas fiquei bem tentada a adquirir absolutamente TUDO! 

A coleção é baseada na “cor do ano”, segundo a Pantone, que é a Tangerine Tango, um laranja bem laranja! Tem batom, esmalte, sombra, blush, pincéis, necessaire, curvex e até cílios postiços! Tirei algumas fotos com o celular mesmo, pois vira e mexe tomo bronca de segurança… Mas, quem quiser ver o resto das coisas em fotos decentes pode entrar no site da Sephora (só clicar aqui) e aproveite também para conferir a coleção “B” da rede, que é inspirada na cor do ano mas sem a chancela da Pantone.

 

UPDATE:

No dia seguinte à publicação desse post, estou andando despreocupadamente pelo Chelsea e me deparo com isso:

Nesses momentos a gente percebe o lado negativo em estar turistando sozinha, dei gritinhos de emoção internos e não pude compartilhar isso com nenhum passante. (Devo confessar que a emoção não foi tanta por causa da maquiagem, pois foi meu lado publicitário que falou mais alto: eu achei incrível ter a oportunidade de presenciar uma ação dessas.) Quando ando até o outro lado a emoção foi maior ainda:

Como estavam tirando umas fotos tive que esperar do lado de fora por uns 15 minutos, então a moça resolveu me entreter, ou melhor, me maquiar! Morrendo de frio e de medo de ficar parecendo uma palhaça, sentei-me no banquinho mágico (tendo em mente que o demaquilante estava ali ao lado).

Depois de alguns minutos, fiquei assim:

Achei que ficou bem bonito, apesar de eu não estar acostumada a usar tanta maquiagem (especialmente laranja!). 

E, como tudo naquela terra é planejado para te fazer comprar coisas, a experiência funcionou e eu adquiri um blush da coleção….

Agora, fala sério, quem resiste à essa embalagem incrível???? ;)


Exercitando meu lado trendhunter/stalker no metrô: casaco lindíssimo com a gola de pelo e cinto de miçangas por cima. Não sou muito fã de cinto de miçangas, mas essa combinação não tinha como ficar mais incrível… 


Nice to meet you Forever 21

Alerta: este post contém fotos péssimas tiradas em provadores feios.


Primeiro dia em NY, não quis nem saber de jet lag! Acordei relativamente cedo e fui fazer o percurso de metrô até o local onde será o curso. Estou hospedada no Brooklyn, por isso levaria cerca de 40 minutos para chegar em Manhattan. Levei mais de uma hora nesse primeiro dia, mas tenho fé que vou parar de me perder no metrô em breve. Apesar de toda empolgação por estar aqui e tal eu fiz uma pequenina besteira: não trouxe guia da cidade! Então, assim que cheguei na porta do prédio do curso não tinha mais nada planejado para o resto do dia! Jênia*, eu sei.

Dei uma olhada no mapa, vi que estava ao lado da Broadway e pensei:

“Por que não ser uma autêntica turista brasileira em NY? Vou pra Times Square!”

Pra quem conhece, ali é repleto de lojas que, em sua maioria, são gigantes. Nessa imensidão de luzes e caixas registradoras ansiosas por turistas eis que me deparo com a famosa Forever 21. Juro que fiquei até emocionada! Hahaha! Seguinte, a última vez que vim para os EUA foi em 2007 e, que eu me lembre, essa loja nem existia. Nos últimos anos ouvi diversos relatos de como essa era a loja mais incrível da estratosfera e morria de curiosidade de conhece-la. Mas, eu tenho sempre uma desconfiança com essas coisas super incríveis que todo mundo ama, pois eu tenho uma alma meio do contra, adoro discordar da maioria.

Acontece que dessa vez a maioria sambou na minha cara, pois eu adorei a Forever! Só pra vocês terem uma ideia, a loja tem 4 andares enormes e eu tomei um susto quando vi o tamanho daquele lugar. Agora, além da quantidade de coisas, obviamente o maior atrativo deles é o preço, pois é ridículo. Ridículo mesmo, do tipo paguei 4 dólares em uma camiseta branca (a minha última havia custado 60 reais na promoção). Apesar das minhas 3 viagens ao provador, acabei levando apenas 5 peças e todas básicas (devo ter provado mais de 30 e de todos os tipos). Abaixo estão algumas fotos, toscamente tiradas naquele provador uó onde as funcionárias ficam gritando e falando palavrões ao invés de te atender. Provei saia mullet, saia longa com tecido transparente por cima, muitas blusinhas e até uma pantalona estampada (na foto).

(essa regata eu comprei e achei rolou um mix de estampas muito interessante com a calça… pena que ela não caiu bem!)

(esse blazer está na wishlist! acabei  pegando o tamanho errado e fiquei com preguiça de voltar para pegar outro quando mudei de andar pois ele estava logo na entrada…)

(me apaixonei por essa estampa, mas não gostei muito do modelo…)

(eu dobrei o forro da saia porque estava desejando muito uma saia transparente, mas fiquei parecendo um balão justamente por causa do tecido transparente por cima…) 

Acabei levando apenas uma camiseta branca, um tricô preto, uma regata ferrugem, uma regata estampada e um blazer meio kimono (essas duas últimas são menos sem graça e eu acabei de tirar mais fotos toscas para mera ilustração).


(acho que não rola ver na foto, mas a parte de trás dela é transparente! <3) 

Emoções a parte, assim como H&M, Topshop e derivadas, a qualidade das roupas é bem contestável. Sinceramente, se você ficou chocada com a mão de obra escrava da Zara não deveria passar nem a 100km da Forever 21, porque ali o bagulho deve ser escravo nível avançado para as coisas poderem custar o que custam. Obviamente os tecidos são todos absolutamente sintéticos o que pra mim, nesse momento, não é interessante já que venho buscando mais qualidade do que quantidade no guarda roupa. O que eu gostei bstante foi da seção de básicos que tem inúmeros modelos de regatas, camisetas e blusas de manga longa de diversas cores (e nessas peças até tem uma porcentagem de algodão). Mas, acho que vale a pena comprar uma coisinha ou outra por ali, especialmente peças que são meros modismos e não precisam durar mais que uma ou duas estações.

Sorry pelo post gigante, mas precisava compartilhar essa experiência! Ia falar de outras lojas, mas elas acabam de ganhar um post novo, porque eu não aguento mais escrever, nem vocês aguentam ler. 

Beijos e até o próximo post!

*Eu sei que gênio é com “g”, essa é apenas uma brincadeirinha de uma amiga que eu acho ótima. 


Novidades…

Além do carnaval, estive de férias esses dias, por isso o sumiço na última semana! Saí da agência em que trabalhava na sexta feira antes do feriado e aproveitei que fui passar o carnaval na tranquilidade de Campos do Jordão e me desconectei de Facebook, blog e internet de uma maneira geral (só fiquei com a minha mais recente mania: Instagram, hehehe). Maaaas, a novidade é outra….

 

Start spreading the News, I’m leaving t…hursday!”

 

Pois é, tive que dar uma adaptada aos versos de New York, New York de Frank Sinatra para poder dar minha grande notícia por aqui: nessa quinta feira, dia 01/03, estou partindo para New York! Yaaay!


Vou ficar um mês por lá para dar início a uma nova etapa da minha vida profissional. Até semana passada eu era uma publicitária parcialmente frustrada, pois sabia que não estava no lugar certo (apesar de amar o ambiente e as pessoas). Pois bem, em novembro passado, eu fui fazer uma “consultoria de imagem em grupo” com a Fê e a Cris, da Oficina de Estilo, e nosso grupo se revelou uma grande terapia. Foi nesse momento que eu percebi como a consultoria tinha o poder de transformar a vida de uma pessoa e decidi que era isso que eu queria fazer! Na verdade, essa história começa há uns 8 anos quando eu comprei um “guia” para personal stylists e sonhava em trabalhar com isso, mas nunca achei que fosse possível por uma infinidade de motivos. Mas, quando vi o trabalho super bacana feito pela Oficina, voltei a considerar a consultoria como profissão.

Fiz algumas pesquisas e resolvi que o melhor jeito de começar (para mim) seria indo para Nova Iorque, fazendo o curso “direto na fonte”. Sem contar que passar um mês por lá é um sonho para quem ama uma big city que nem eu! J

Então, preparem-se por que março será um mês muito especial e com informações direto da cidade que nunca dorme e que é total referência de estilo (Salve, Carrie Bradshwan). Até dia 14 estarei mais dedicada ao curso, mas vou fazer o possível para atualizar o Eu não tô na vogue o máximo possível com muitas novidades, tendências e, é claro, outfits de inverno para as não-modelos!

(sim, a foto é de 2007, da última vez em que estive em NY)


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